Reajuste no preço médio de medicamentos fica abaixo da inflação

Pelo segundo ano consecutivo, o reajuste médio no preço dos medicamentos ficou abaixo da inflação, o que aumenta o acesso da população aos produtos. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) aprovou um reajuste de 2,38%. O índice é menor que o da inflação registrada entre março de 2017 e fevereiro deste ano, que foi 2,84%, e também do registrado no ano passado, quando o índice ficou em 2,63%.

(Foto: Andre Borges/Agência Brasília)
A tabela com os reajustes nos medicamentos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 29 de março. Com base na concorrência de mercado, os cerca de 13 mil medicamentos comercializados no Brasil foram divididos em três grupos de reajuste.

Maior concorrência
O primeiro, onde ficam produtos de maior concorrência, como o Losec (indicado para gastrite), o Benalet (para irritações para garganta) e o Rivotril (para tratamento da ansiedade), poderão ser aumentados até 2,84%.

Antibióticos
Já o segundo grupo, onde estão localizados os antibióticos, o Viagra para disfunção erétil, o Tylex, que é um analgésico não narcótico, e o Yasmin, que é um anticoncepcional, e que apresentam concorrência moderada, terão crescimento de até 2,47%.

Maior Custo
O terceiro grupo conta com produtos de maior custo, como medicamentos para AVC Isquêmico, como o Actilyse, medicamentos indicados para câncer de próstata, como o Casodex, e medicamentos Antitrombóticos, como o Clexane baixa concorrência e alta tecnologia e, por conta disso, terá o menor percentual de variação de preços, de 2,09%.

Fonte: Ministério da Saúde
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